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17 de jan de 2013

Os mistérios das Matas do Paraná


Em 13 de julho de 1997, um grupo de quatro montanhistas resolveu acampar no alto do Anhangava [Coordenadas GPS: Latitude / Longitude = 25°23'22.78"S, 49° 0'10.02"W].
Como conheciam a região resolveram começar a subida por Volta das 22:00' horas. Ao longo da trilha eles começaram a sentir o ambiente pesado.
Embora não tivessem comentado o fato, eles todos sentiam a mesma coisa.
Havia um som estranho muito baixo, mas perceptível que os acompanhava ao longo da trilha.
Pouco antes de chegar no local onde abasteceriam os cantis, um dos rapazes afirmou que achavam que estavam sendo seguidos.
Ele era o último da fila e não sabia ao certo o que os seguia.
Após abastecerem os cantis eles reiniciaram a subida.

Um pouco à frente o barulho se tornou mais intenso.
Todos pararam e iluminaram a mesma região ao lado da trilha.
Nesse local não havia nada, mas a vegetação agitou-se como se um animal de Grande porte de repente pulasse ali.
Devido ao susto os aventureiros correram montanha acima.
Eles não tinham escolha, pois o fenômeno estava se manifestando atrás deles.
Se voltassem acabariam chegando mais perto do que quer que fosse.
Ao longo da subida o som e a estranha sensação continuou acompanhando o grupo.
Quando o grupo chegou aos paredões de pedra ouviram sons de morcegos que pareciam muito agitados.

Os aventureiros acreditavam que tratava-se de algum animal que estava acompanhando o grupo.
Eles acreditavam que tudo acabaria depois de passar pela escadinha, pois um animal não poderia passar por ali.
Após passar a escadinha o grupo sentiu-se aliviado e resolveu seguir até as ruínas de uma capelinha existente no alto do morro.
Reza a lenda que na verdade esta construção seria um antigo túmulo.
Ao chegar na capelinha o grupo parou para descansar e discutir os fatos pelos quais passaram.
Poucos minutos após chegar no local o grupo ouviu ao longe os mesmos morcegos que ouviram quando passaram pela região dos paredões.
Eles estavam tão agitados quanto antes. A tensão tomou conta do grupo novamente.

Logo depois o som que os acompanhou durante toda a subida foi ouvido próximo ao local onde estavam abrigados.
Nesse instante o grupo começou a rezar.
Quando começaram a rezar o som diminuiu e a sensação ruim passou.
Nisso começaram a conversar novamente, fazer piadas e cantar.
Logo depois ouviram o som novamente próximo, e a sensação ruim tomou conta do ambiente novamente.
Eles começaram a rezar novamente, e como antes, aquilo se afastou.
Foi assim até o dia amanhecer. Quando o dia estava clareando o barulho cessou e o grupo respirou aliviado.

Este tipo de relato é bastante comum em toda a região da Serra do Mar (Paraná).
No trecho da Ferrovia Curitiba [Coordenadas GPS: Latitude / Longitude = 25°25'45.20"S, 49°14'52.32"W] - Paranaguá[Coordenadas GPS: Latitude / Longitude = 25°31'7.80"S, 48°30'50.15"W] também ocorrem casos do gênero, geralmente associados à fantasmas ou à animais selvagens.
Vale a pena ressaltar que na maioria dos casos os sons relatados pelas testemunhas são diferentes dos sons produzidos por macacos ou animais predadores (onças, jaguatiricas, etc).
Em alguns casos mais esporádicos, ocorrem avistamentos de seres de aspecto desconhecido cuja descrição foge às verificadas em espécies nativas.
Um exemplo é o caso de dois amigos que percorriam o Caminho de Itupava durante o auge de ataques de Chupacabras na região, em 1997.
Quando aproximavam-se da entrada para o Pão de Loth [Coordenadas GPS: Latitude / Longitude = 25°24'45.36"S, 49° 0'3.34"O]encontraram algumas pessoas assustadas com a presença de uma estranha criatura na trilha.

Casa do Ipiranga às margens da Ferrovia




Vários mochileiros que acamparam no local ouviram sons de correntes provindas da Casa.
Alguns ouviram sons na Mata que não se assemelhavam à qualquer animal conhecido por eles.
Um caso interessante envolveu um grupo de 5 pessoas.
Eles portavam equipamento leve e pretendiam pernoitar na região seguindo pela manhã para Morretes.
Quando eles chegaram à Casa, já era por Volta das 23:00' horas.
Prepararam o jantar e depois prepararam-se para dormir.
Em dado momento, eles ouviram um grito ao longe.
O segundo grito, que não parecia-se com nada conhecido pelo grupo, ocorreu mais próximo ao acampamento.
O terceiro grito ocorreu muito próximo ao acampamento assustando todo o grupo.
Após o terceiro grito, uma estranha criatura passou a rodear rapidamente o acampamento sem provocar qualquer agito na vegetação local.
A estranha criatura rodeou o acampamento até as 4 horas da manhã quando silenciou.
Este tipo de relato remete ao mito folclórico do Bradador (ou Gritador) presente em várias regiões do Brasil.

Esses acontecimentos assustadores que ocorreram na região do Caminho de Itupava nas matas do Paraná, são a prova de que o sobrenatural existe em nosso mundo, se manifestando onde menos se espera, mostrando que "Nós Não Estamos Sozinhos"!


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