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19 de nov. de 2018

Como Podemos ir Ao Espaço?

Uma das maiores buscas científicas é a exploração interestelar. Porém, existem muitos recursos que impedem isso facilmente, não é simplesmente pegar uma nave e subir (não fisicamente subir...) para o espaço. Precisa-se proteger os próprios peregrinos que partem, potência para velocidades, entre dezenas de outras coisas. Iremos falar neste post sobre a sobrevivência humana no espaço.


A Criptobiose é um estado de latência que pode ser presenciado em alguns animais, quando se encontram em condições adversas do meio-ambiente (temperaturas extremas, baixa umidade, entre outros). No estado criptobiótico, todos os procedimentos metabólicos param. Como se sabe, uma sobrevivência no espaço em si é, por enquanto, impossível. Não tardaria após 5 ou 6 meses, dentro de uma nave, aos osso atrofiarem devido às pressões e falta de gases importantes para os ossos.

Um organismo em tal estado, criptobiótico, pode viver indefinidamente até que as condições ambientais voltem à normalidade. Alguns rotíferos, nemátodas e tardígrados possuem essa capacidade. Os cientista buscam saber como esse estado corporal vem a funcionar, e tentar aplicá-los em humanos para que possam irem ao espaço sem "risco" de fraquejamento do corpo (uma viajem d elonga distância leva muito tempo, então a busca para o anti-envelhecimento ou conservação também está em desenvolvimento), podendo te ruma viagem segura até, por exemplo, Marte, que leva cerca de 6 a 7 meses de viagem 

A Anidrobiose também entra nas especulações, é a suspensão temporária das atividades vitais que possibilita a um organismo (animal ou vegetal) suportar uma longa desidratação. São seres vivos que conseguem sobreviver quase sem água, como sementes de vegetais superiores e esporos de bactérias. A idéia de tudo é que aplique-se no DNA humano para termos tal habilidade.

The new frontier is coming...


20 de mai. de 2015

Conheça Calendário Teórico Sobre o Futuro do Universo

GALILEU reuniu teorias, previsões feitas por especialistas, geólogos, físicos, matemáticos, biólogos... e construiu uma espécie de calendário do universo. Nele, é possível ver uma teoria de qual será o futuro da humanidade, do Sistema Solar, da Via-Láctea, e do próprio Universo.


 

3 de mar. de 2015

Teoria do Gelo Cósmico

No final do século XIX, Werner Siemens proclamou o início da era científica na Alemanha. Ao mesmo tempo, os estudiosos acadêmicos, divulgadores e jornalistas foram confrontados com um enorme número de teorias que não cumprem os requisitos para novos conhecimentos científicos, que recentemente havia sido expressas no Versammlung deutscher Naturforscher und Ärzte (Reunião dos alemães Naturalistas e Médicos). Essas teorias, aparecendo tanto como cosmologias universais e holística Weltanschauungen, explicitamente desaprovava o desenvolvimento da ciência moderna, a partilha de um medo popular que um puramente materialista, ciência abstrata levaria ao declínio cultural.



Este projeto trata de uma das idéias mais populares, um dos supostos "dissonâncias estranhas" que acompanharam modernismo científico no século XIX e início do século XX. E assim fora chamado de Welteislehre (teoria gelo cósmico) ou Glazialkosmogonie serve como um estudo de caso para mostrar que estas supostas manifestações de esoterismo científica não eram marginais, idéias anacrônicas, mas eram parte integrante do discurso da ciência moderna. A teoria de gelo cósmico foi "descoberto" pelo engenheiro austríaco Hanns Hörbiger em 1894 no curso de uma visão epifânica.


19 de fev. de 2015

Cinturões de Van Allen


Os cinturões de radiação da Terra são componentes do sistema maior e mais complexo chamado de magnetosfera. Os cinturões de radiação da Terra são compostos de partículas energéticas e elétricas ou elétrons, prótons e íons atômicos mais pesados. Essencialmente, estas partículas estão presos dentro do campo magnético da terra. A energia cinética destas partículas é maior do que ou igual a 30 keV.

Os cinturões de radiação como os da esfera de plasma, possuem forma toroidal. Estes toroides envolvem o planeta. O cinturão de radiação interior estende-se aproximadamente de 400 a 12 mil km acima da Terra. Enquanto o cinturão de radiação externa estende aproximadamente por 12 a 60 mil km acima da Terra.


Em 1958, James Van Allen detectou pela primeira vez os cinturões de radiação presos ao redor da Terra. É por isso que eles são conhecidos como cinturões de radiação de Van Allen. Ele também descobriu que as principais fontes de radiação de partículas externas são de vento solar e ionosfera. E as principais fontes de cintos internos são partículas energéticas solares e reações a raios cósmicos galácticos. O destino final dessas partículas nos cinturões de radiação, é tornar-se parte da atmosfera, colidindo com satélites, ou escapando para o espaço.

Van Allen


É extremamente importante ter um bom conhecimento dos cinturões de radiação, pois as partículas energéticas nesses toroides afetam as medições do lugar, e poderia ter um efeito sobre a sobrevivência de equipamento eletrônico e óptico, bem como as formas de vida humana e animal. Dr. James Van Allen diz: "a população de partículas nos cinturões de radiação da Terra são perigosos para os seres humanos, sem proteção enorme à medida que passam através deles."

Cinturões Interiores: Composto principalmente de prótons de alta energia, devido a rajadas de choque de partículas de raios cósmicos.

 Cinturão Exterior: Composta principalmente de elétrons de alta energia, a partir de raios cósmicos e aceleração de processos da magnetosfera.


Entre os dois cintos são também carregam no espaço para a atração mútua entre as cargas de diferentes sinais dos dois cinturões, mas a densidade de partículas é muito menor, quase mil vezes menor. Podemos pensar em cada um desses cintos de carga como um rio, uma corrente elétrica em forma de rim, que não flui em um fio ou condutor. Detém girando no espaço ao redor da Terra, como os anéis de Saturno que o acompanhavam em seu movimento. 

A explicação para a existência das correias de Van Allen está no campo magnético da Terra. A Terra se comporta como um ímã gigante, cujos pólos magnéticos estão aproximadamente alinhados com os pólos geográficos. O campo da Terra é evidente a partir do funcionamento de bússolas.


6 de fev. de 2015

Viaje do Sol para Júpiter na Velocidade da Luz

Por mais que digamos que podemos imaginar quanto a velocidade da luz é rápida, não possuímos uma noção clara. Uma viagem espacial em termos terrestres para Lua leva um bom tempo, enquanto na velocidade da luz, chegaríamos lá em cerca de 1 segundo... Um piscar de olhos, para ser mais claro (o que incindiria a pergunta: como pousaríamos estando em tal velocidade?).

A luz leva cerca de 8 minutos para chegar do Sol até a Terra. Portanto, uma nave na velocidade da luz levaria 8 minutos para chegar até a superfície solar. O problema de noção de tempo e velocidade, são diferente no universo. O que pra nós um carro esportivo europeu que alcança 320 numa pista reta de testes, é uma coisa imensa, que, no espaço, não passa de um passo.

A noção de velocidade da luz no espaço é diferente. A velocidade da luz, no espaço interestelar é uma velocidade lenta. Sim. Dentro dos terrenos do Sistema Solar, pode ser bastante. Porém lá fora... Nada feito. Já que, muitos planetas ficam a 100 mil, 100 milhões de anos-luz. Teria noção do que seria isso? Pode dizer que sim, mas nunca fará.

E é esse tema que adotaremos hoje. Um artista estadunidense chamado Alphonse Swinehart, criou, juntamente com colegas físicos de uma universidade, uma representação de como seria uma viagem do Sol até Júpiter na velocidade da luz. Usaram como base fótons, que são lançados do Sol.

O vídeo foi limitado por eles para apenas Júpiter, para encurtar o vídeo a menos de uma hora. Se tiver paciência, assista-o inteiro, pois é uma coisa MUITO interessante de se presenciar, caso não a tenha, vá pulando de partes em partes (hu3).

Uma das reflexões mais interessantes sobre o vídeo é pensar como os impressionantes 299.792.458 m/s da luz são, na realidade, lentos se levarmos em conta a imensidão do espaço.

Veja o vídeo:  

               

5 de fev. de 2015

Conheça o Som Provocado pelo Big Bang

O professor de física John Cramer, da Universidade de Washington, recebeu uma pergunta muito curiosa de um garoto: o som do Big Bang foi/pode ter sido gravado em algum lugar?

Cramer respondeu que não, e decidiu recriá-lo. Tal feito foi há 10 anos, mas dados foram sendo atualizados e comprovados sobre o Big Bang, e ele fez uma atualização "definitiva", de qual teria sido o som provocado por ele.

Para recriar este som, usou dados da radiação cósmica de fundo, o "finado" Big Bang que preenche o universo. Em um artigo, ele mostra que as variações de temperatura nessa radiação, na verdade, são o som do Big Bang. Assim, ele inseriu esses dados no programa Mathematica e os converteu em áudio. 


Cramer teve a oportunidade de “atualizar” o som, pois a sonda espacial Planck forneceu o mapa mais detalhado que temos do universo (imagem acima). A sonda consegue distinguir variações de temperatura na radiação de fundo em alguns milionésimos de grau.

Ele representa o som do período entre 380.000 e 760.000 anos após o Big Bang. Cramer ajustou o som para refletir a expansão do universo, e aumentou a frequência em 10^25 vezes para que o som pudesse ser ouvido por humanos, já que, como no espaço o som não se propaga (ao menos atualmente), a frequência de som ocorreu num nível inaudível por humanos e algumas espécies (apesar de poder existir seres que o som seria como uma explosão nuclear).

Sabe-se que o Universo tem cerca de 13,81 bilhões de anos, qualquer um pode pensar o que quiser, mas NINGUÉM tem noção do quanto isto é tempo, já que nós, humanos, vivemos com noções de 100 anos.

Confira abaixo o som (juro que eu esperava uma explosão de surdar o fone de ouvido):

29 de jan. de 2015

ONU Declara 2015 o Ano Internacional da Luz

Um redemoinho de luz: O ano de 2015 foi declarado o Ano Internacional da Light (IYL) pela Organização das Nações Unidas. Organizações, instituições e indivíduos envolvidos na ciência e aplicações de luz será unindo para esta celebração de um ano para ajudar a espalhar a palavra sobre as maravilhas da luz. De muitas maneiras, astronomia usa a ciência da luz. E para comemorar, a NASA com o Observatório de Raios-X Chandra divulgou novas imagens. Aqui está uma delas:



Esta galáxia, apelidada de "redemoinho", é uma galáxia espiral, como a nossa Via Láctea, localizada a cerca de 30 milhões de anos-luz da Terra. Esta imagem composta combina dados coletados em comprimentos de onda de raios-X Chandra por (roxo), ultravioleta pelo Galaxy Evolution Explorer (GALEX, azul); luz visível pelo Hubble (verde), e infravermelho por Spitzer (vermelho).

Confira outras descobertas, todas desde o dia 1... Um grande número em pouco tempo:


O Chandra faz imagens impressionantes do Universo ao medir raios-X emitidos por objetos de alta energia, como buracos negros e restos de supernova.



Fonte: www.nasa.gov

21 de jan. de 2015

Planeta Theia

Theia é o planeta que, supostamente, colidiu-se com a Terra primordial, formando a Lua e parte de cinturões de asteróide no Sistema Solar.  Theia formou-se por acreção planetária dentro da mesma órbita da Terra, mas a 150 milhões de quilômetros, no ponto lagrangiano L4. Theia permaneceu fixa nesta posição em harmonia com a Terra durante cerca de 20 a 30 milhões de anos. No entanto, à medida que o planeta crescia, as suas forças gravitacionais impeliam Theia para fora de L4.


Finalmente, já depois de ter desenvolvido estratificação interna, Theia adquiriu massa e dimensão semelhante a Marte, suficiente para escapar de L4 (nome dado a sua posição orbital) e entrou numa órbita caótica. A colisão com a Terra tornou-se inevitável, visto que ambos os planetas ocupavam a mesma órbita. Quando Theia chocou com a Terra a uma velocidade de 40 mil quilômetros por hora, o impacto foi suficiente para vaporizar o próprio planeta. Parte substancial do seu núcleo ferroso afundou na Terra e integrou o núcleo terrestre.

Aqui, duas representações de sua colisão com a primordial Terra e a formação da Lua, enquanto seus vestígios restantes foram para espaço adentro...

(Gif tirado da Wikipedia)


12 de jan. de 2015

Encontrado Metal da Atlântida

Platão sempre descreveu Atlântida como um lugar que "cintila com a luz vermelha do oricalco", que era o metal que, de acordo com ele, revestia todo o interior do templo de Poseidon na ilha. Platão também dizia que esse metal era o segundo mais valioso do mundo, atrás apenas do ouro.

Poucas quantidades puderam ser registradas, mas mergulhadores acabam de descobrir 39 barras compostas pela misteriosa liga em um navio naufragado por volta de 550 a.C., na região de Gela, no sul da ilha italiana.

"Nada similar jamais havia sido encontrado", relatou Sabastiano Tusa, da agência marítima local, em entrevista para o Discovery Channel. "Nós conhecíamos o oricalco apenas de escrituras e textos antigos", contou. De acordo com estudiosos, essa liga é bem parecida com o bronze, que é feita a partir da reação entre minério de zinco, carvão e cobre.

Foram feitos estudos e análises com uma técnica chamada de fluorescência de raio x, e pôde observar que as barras são compostas por 75-80% de cobre, 15-20% de zinco e por pequenas quantidades de níquel, chumbo e ferro.


Mas bem... Se o próprio metal da Atlântida foi encontrado... Então a ilha não pode ser fictícia... Será?


Partícula Pode Ser Mais Rápida Que a Luz

Todo mundo deve recordar o fiasco de 2011 quando uma equipe de físicos alegou que neutrinos viajaram mais rápido que a luz. No fim, era só um cabo solto em um dos equipamentos, que causou erros de medição. Fazer ciência não é tão fácil quanto parece…

Agora, nova alegação está sendo feita que relaciona os neutrinos com a velocidade da luz. Desta vez, um professor recentemente aposentado disse que neutrinos e táquions são a mesma coisa, e que podemos provar isto não medindo a velocidade do neutrino, mas sua massa.

O neutrino é uma partícula neutra, com massa mínima, proposta primeiro em 1930 por Wolfgang Pauli para equilibrar a equação do decaimento do nêutron, que produziria um próton, um elétron e um neutrino. Só que a partícula seria praticamente indetectável, de tão pequena que é sua massa.

O táquion é uma partícula que tem massa imaginária, ou seja, representada por aquela classe de números que elevados ao quadrado resultam em um número negativo. Mas não é só esta a esquisitice dos táquions – eles são produzidos a velocidades superiores à da luz, e precisam de energia infinita para serem desacelerados até a velocidade da luz.



Tudo muito bonito, exceto que ninguém jamais detectou um táquion, e há quem duvide de sua existência. Como é que você detecta algo que viaja mais rápido que a luz e que viaja para o passado? E o que isto tem a ver com neutrinos?

Em 1985, o trio de físicos Chodos, Hauser e Kostelecky propôs pela primeira vez que os neutrinos e os táquions são a mesma partícula. A proposta era que os táquions poderiam ser detectados no decaimento beta de prótons que viajassem em alta velocidade em nossa direção. O decaimento não poderia acontecer, a não ser que você pudesse ter energia negativa.

O professor Robert Ehrlich, físico recentemente aposentado da Universidade George Mason, publicou um trabalho no periódico Astroparticle Physics alegando que a massa imaginária do neutrino é 0,33 eletronvolts, ou 2/3 de milionésimo da massa de um elétron. Não admira que trilhões de neutrinos produzidos no sol estejam atravessando teu corpo neste exato instante e você não esteja percebendo nada.

A alegação de que a massa imaginária do neutrino é 0,33 eletronvolts é uma combinação de seis resultados de outros experimentos feitos por outros cientistas ao longo dos últimos 30 anos, sobre raios cósmicos e física de partículas. O professor fez uma média das massas encontradas para o neutrino em estudos como, por exemplo, o da variação da radiação cósmica de fundo.

Será possível verificar as alegações deste novo trabalho do professor Ehrlich? Em 2015, um novo experimento, chamado KATRIN (Karlsruhe Tritium Neutrino), vai medir o espectro do decaimento beta do trítio, aquele hidrogênio feito com dois nêutrons. Segundo o professor, a forma deste espectro poderá ser usada para medir a massa do neutrino, e esta medida deve confirmar seu trabalho. Outra verificação pode ser feita revendo os dados de partículas cósmicas, segundo o professor.

Será que podemos começar a fazer telefones de táquions para conversar com o passado? Melhor esperar primeiro a confirmação dos dados de Ehrlich.


4 de jan. de 2015

Enorme "Buraco" Visto no Sol

O Sol é um corpo celeste muito curioso. Diversos eventos e catástrofes ocorrem em proporção de seus ventos e sua radiação. E no dia 1 de janeiro (última quinta-feira), fora avistado um buraco na superfície solar. Chamado de Buraco Coronal.


A imagem foi capturada no primeiro dia do ano pela NASA, Esses fenômenos ocorrem quando as partículas que se deslocam ao longo desses campos magnéticos podem deixar o Sol em vez de ser preso perto da superfície solar. Segundo a Nasa, cada vez que um buraco coronal gira pela Terra pode-se medir as partículas que fluem para fora do buraco como um fluxo de alta velocidade, uma outra fonte de informações sobre o clima espacial, isto é, o clima que seria o espaçamento do Sistema Solar.

buracos coronais foram vistos pela primeira vez em imagens tiradas por astronautas a bordo  da estação espacial da NASA em 1973 e 1974. O fenômeno ocorre próximo a um de seus polos, e pode manter-se visível por mais 5 anos. Hipóteses de que pode ser visto por nós a olho nu, com no mínimo um óculos escuro...


Fonte: NASA
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